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Desmistificando o Desempenho DevOps: Métricas DORA e o Projeto Four Keys

Descubra como o projeto Four Keys simplifica a medição da performance DevOps, integrando métricas consistentes dos repositórios Git ao Google DataStudio. Saiba mais sobre as métricas DORA.

CEO

Diogo Goebel


Recentemente cruzei com o projeto Four Keys e achei sua aplicação extremamente relevante, então segue o fio.



Se você não sabe o que são as "DORA metrics", deixei uma leitura no final



Qualquer um que tenha tentado medir a performance DevOps da empresa sabe o quão complexo pode ser conseguir uma visão clara e consistente de onde você está e do seu progresso. As práticas DevOps existem espalhadas em diferentes lugares e ferramentas, e isso torna a coleta de dados uma tarefa mais do que complexa.



Em nossa experiência trabalhando com clientes para melhorar seu SDO (Software Development and Operations), vemos que é relativamente simples descobrir com o líder de um projeto algumas métricas, por exemplo o lead time do principal projeto que ele está envolvido.



Descobrir o valor médio de outros times ou de toda a empresa é justamente onde está o desafio. Não ter métricas consistentes acaba criando uma subjetividade na forma de avaliar e não dando uma visão precisa de onde você está.



É aí que entra o projeto open source Four Keys como solução para simplificar esse processo.



Four Keys é um pipeline ETL (Extract, Transform, Load) de ingestão de dados a partir de seus repositórios no GitHub ou GitLab. Ele usa os serviços do Google Cloud e integra tudo no Google DataStudio. Isso simplifica o processo, fornecendo uma visão mais clara do desempenho.



Aqui um artigo contando com mais detalhes e exemplos e o repositório do projeto.



Sobre DORA



DORA se refere às métricas desenvolvidas pelo DevOps Research and Assessment (DORA), uma pesquisa dedicada ao estudo e avanço das práticas de DevOps. Essas métricas são fundamentais para avaliar e melhorar o desempenho da entrega de software através de indicadores-chave, sendo eles:



  1. Frequência de deploy



  2. Lead time (tempo para um código chegar em produção)



  3. Taxa de falha nas alterações



  4. Tempo de recuperação (MTTR)





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